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Onde a análiseencontraa operação.

Estruturamos os dados que a sua organização já produz e construímos modelos de previsão a partir deles. Os processos que escrevemos mantêm o resultado depois que saímos.

Dados

Estruturar o que a operação já produz numa base única, versionada e documentada.

Modelos

Estatística e machine learning aplicados ao problema real, com validação honesta e monitoramento durante o uso.

Processos

Fluxos desenhados junto de quem executa, com responsável, prazo e registro escrito em cada etapa.

Dado, modelo e processo são o mesmo trabalho. Projetos de analytics que tratam os três em separado morrem na entrega.

O volume de dados disponíveis cresceu, e a tecnologia muda depressa. Isso alterou a forma como as organizações operam e decidem.

Coletar dados e adotar ferramentas novas resolve pouco enquanto análise, tecnologia e processo andam cada um para um lado.

Por isso conduzimos diagnóstico, construção e transferência como um só trabalho, documentado do começo ao fim.

Dados

A base que ninguém vê e todo mundo usa

Antes de qualquer modelo, a equipe precisa confiar no número. Mapeamos as fontes de dado da operação e resolvemos as divergências entre os sistemas até sobrar uma base única, com a origem de cada campo registrada.

Diagnóstico de fontes e qualidade
Modelagem, integração e conciliação
Camada semântica e indicadores
Documentação e linhagem
Fontes
Sistema de gestão1,2 M
Planilhas de área86 k
Sensores em campo4,7 M
Portais externos312 k
Registros manuais54 k
Base legada920 k
Tratamento
Deduplicação de registros
Conciliação de chaves
Unidades, moeda e datas
Validação de domínio
divergências resolvidas0
Base única
0
linhas conciliadas
Origem de cada campo registrada
Versão publicada e auditável

Seis sistemas contam o mesmo fato de seis jeitos, e nenhum deles está de todo errado.

O tratamento resolve divergência por divergência, cada uma com a sua regra.

No fim existe uma base só, e a reunião para de discutir qual número está certo.

Modelos

Modelos que funcionam fora do notebook

Um modelo só vale se alguém decide diferente por causa dele. Usamos a técnica que cabe no problema, do ajuste estatístico ao aprendizado supervisionado. Nenhum modelo entra em uso sem validação honesta, monitoramento e um caminho de volta caso erre.

séries temporaisclassificaçãootimizaçãoinferência causalclusterizaçãomonitoramento
Observações
0
Iterações
0
Erro (RMSE)
0,42
Aderência
R² 0,00

Cada ponto é uma observação da operação. Juntas, formam uma nuvem sem forma aparente.

O ajuste procura a superfície que explica a nuvem e mede o quanto ainda escapa.

O R² só interessa pela decisão que permite tomar, com a incerteza declarada ao lado.

Processos

O fluxo deixa de depender da memória de uma pessoa

Sistema novo sobre processo improvisado vira dívida. Desenhamos o fluxo com quem executa e definimos responsável e prazo por etapa, com registro escrito das passagens.

Mapeamento com quem executa
Responsável e prazo por etapa
Documentação que acompanha a operação
Capacitação e transferência
01
Solicitação
requisitante
sla 1 dia
02
Análise
área técnica
sla 3 dias
03
Decisão
alçada definida
sla 2 dias
04
Execução
responsável único
sla 5 dias
05
Registro
documentado
sla 1 dia
Paradas na fila
0
Concluídas
0
Perdidas no caminho
0
Ciclo médio
12,4 d

O processo existe na cabeça de quem executa. A demanda entra, para no meio do caminho e parte dela nunca chega ao fim.

Cada etapa ganha responsável, prazo e um ponto de passagem que registra o que aconteceu ali.

O fluxo fica previsível e, com o histórico escrito, a operação segue sem nós.

Como conduzimos um projeto04 fases

Entramos para resolver um problema definido e sair deixando a equipe capaz de tocá-lo.

Fase 01

Diagnóstico

Entendemos o contexto antes de propor. Mapeamos dados, sistemas e processos como a operação de fato os executa hoje.

entrega: leitura do estado atual
Fase 02

Desenho

Definimos a solução mínima que resolve o problema real, com critério de sucesso acordado antes de escrever a primeira linha.

entrega: escopo e critérios
Fase 03

Implementação

Construímos com a equipe em ciclos curtos e colocamos em uso cada parte que já funciona.

entrega: solução em operação
Fase 04

Transferência

Documentamos a solução, treinamos quem vai operá-la e fazemos o handover, para que ela não dependa da nossa presença.

entrega: autonomia interna
Repertório técnicoo que costumamos usar
Dados
engenharia e integração
modelagem dimensional
qualidade e linhagem
camada semântica
indicadores e leitura executiva
Modelos
previsão e séries temporais
classificação e regressão
clusterização e segmentação
otimização e alocação
validação, deriva e monitoramento
Processos
mapeamento e redesenho
responsáveis, alçadas e prazos
documentação viva
automação de rotinas
capacitação de equipes
Como trabalhamos04 princípios
01

Resultado mensurável

As entregas têm uso prático e respondem a um objetivo do projeto.

02

Flexibilidade

Ajustamos a solução ao porte e à maturidade da organização.

03

Transferência

Treinamos a equipe interna até ela conduzir o trabalho sozinha.

04

Proximidade

Falamos direto com você e acompanhamos o projeto de perto até o fim.

Conte o problema que você quer resolver.

Na primeira conversa entendemos o contexto da sua operação e vemos como podemos colaborar.